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COP19: Conferência de Varsóvia debate quem paga por danos ambientais inevitáveis

As ilhas Carteret, na Papua-Nova Guiné, estão afundando. A população precisa ser removida, e o país não tem como arcar com os custos de um problema que não foi ele que causou. Temas como esse estão em debate em Varsóvia
COP19: Conferência de Varsóvia debate quem paga por danos ambientais inevitáveisLoss and damage, em português perdas e danos – a expressão é usada pelos negociadores do clima para descrever um tema central na conferência sobre mudanças climáticas de Varsóvia, que começou nesta segunda-feira (11/11) na capital da Polônia.
O termo se refere àqueles danos que não podem ser evitados, mesmo que sejam construídas barragens mais altas ou prédios ainda mais resistentes a tornados.
“Não se pode evitar que [as mudanças climáticas] causem danos, que haja mais fenômenos meteorológicos extremos, como secas e furacões, que pequenos atóis desapareçam”, afirma Thomas Hirsch, consultor da organização humanitária Brot für die Welt, ligada à Igreja Evangélica da Alemanha.

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Emissão de gases de efeito estufa no Brasil não teve redução efetiva em 2012, mostra estudo

efeito estufaO inventário do Programa Brasileiro GHG Protocol, estudo desenvolvido pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas, mostra que, no ano passado, a emissão direta de gases que provocam o efeito estufa não teve redução efetiva. Foram emitidos 71,6 milhões de toneladas de gás carbônico. Houve queda de 35% no total de emissões em relação a 2011, mas isso ocorre porque uma grande organização que participava da pesquisa deixou de publicar seu inventário em 2012.

O programa, que completa cinco anos, conta com a participação de 106 organizações. Entre os setores com maior representatividade estão a indústria de transformação (35% das organizações), as atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (11%), a eletricidade e o gás (7%) e a construção (7%).

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Um grau de aquecimento global é suficiente para elevar mais de 2m do nível do mar

noticia-aquecimento-globalUm estudo divulgado pelo Instituto Potsdam de Pesquisa sobre Impacto no Clima, da Alemanha, apontou que a cada aumento de 1ºC na temperatura do planeta, o nível do mar pode subir 2,3 metros e permanecer elevado durante séculos.

Anders Levermann, que é um dos autores da pesquisa, foi o primeiro a analisar as evidências da história do clima e combiná-las com simulações que contribuem para a elevação, a longo prazo, do nível do mar. A expansão termal de oceanos, o derretimento de geleiras nas montanhas e o degelo na Groenlândia e Antártica são alguns dos fatores utilizados.

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Inventário de emissões de gases mostra importância de eficiência energética

Energia foi a principal causa das emissões no complexo industrial da Cocamar, em Maringá – PR

Inventário de emissões de gasesQuando a Master Ambiental realizou o inventário de Gases de Efeito Estufa (GEEs), um diagnóstico que quantificou as emissões de gases causadores do efeito estufa pelas atividades do Complexo Industrial da Cocamar de Maringá, PR, o consumo de energia apareceu como a principal responsável pelas emissões.

O trabalho da consultoria foi contratado voluntariamente isto é, não se tratou de uma obrigação leal, mas de uma iniciativa que demonstra a preocupação ambiental da Cocamar.

Com metodologia baseada no GHG Protocol, ferramenta amplamente utilizada no âmbito internacional, o inventário, realizado durante três meses em 2011, tomou como ano base as emissões do ano de 2010.

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CETESB exige inventário de emissão de Gases de Efeito Estufa

Inventário quantifica gases emitidos por indústrias que agravam mudanças do clima

 Gases de Efeito EstufaA Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB) passou a exigir desde agosto deste ano a apresentação de inventários de Gases de Efeito Estufa (GEEs), emitidos por um rol de indústrias potencialmente poluidoras definidas na Portaria nº254/2012. Dentre os GEEs mais conhecidos, cita-se o dióxido de carbono (CO2) e o metano (CH4).

O responsável técnico da Master Ambiental, engenheiro Fernando de Barros, acredita que a CETESB saiu na frente de muitos outros órgãos ambientais por estabelecer a regulamentação. “As indústrias citadas na portaria da CETESB possuem processos de fundições em altíssimas temperaturas e por isso para elas passou a ser exigido primeiro”, reconhece.

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Todos somos céticos

A absurda “teoria da conspiração” em favor do aquecimento global

céticosPor André Trigueiro
Fonte: G1 – Coluna Mundo Sustentável

Jornalista não é cientista, mas quando cobre os assuntos da ciência precisa entender minimamente os procedimentos e valores que regem esta comunidade. O que segue abaixo – em tópicos – é um resumo daquilo que me parece importante destacar sobre a cobertura dos assuntos ligados às mudanças climáticas.

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Aquecimento Global é pior que Guerra Mundial

Sistema que auto-regula a Terra desencoraja espécies nocivas – e nós somos o próximo alvo

Fernando de Barros

O aquecimento global é uma resposta do nosso planeta injuriado aos danos que já provocamos, e as consequências para a humanidade serão provavelmente muito piores do que qualquer guerra. Os cientistas reconhecem que atualmente a Terra é um sistema auto-regulador composto de todas as formas vivas, incluindo os seres humanos e todas as partes materiais que a constituem, o ar, os oceanos e as rochas da superfície. O sistema da Terra regula o seu clima e sua química. Uma vez que a Terra se assemelha a um organismo vivo e reage a tudo que fazemos, adicionar gases de estufa à atmosfera tem efeitos muito diferentes do que se o mesmo acréscimo fosse feito num planeta morto como Marte.

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E o clima mudou mesmo, bem que avisaram

Está nas mãos principalmente dos engenheiros adaptar as cidades a este clima louco

Fernando de Barros

Para quem ainda não acredita no aquecimento global, é bom começar a botar as barbas de molho. O clima está muito doido mesmo, isto ninguém pode negar. Quando os cientistas da ONU, mas especificamente do IPCC, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, afirmavam que o clima estava mudando, que os gases de efeito estufa, em especial o CO2, das queimadas, da descarga de nossos automóveis, da queima da cana, do metano dos lixões, onde se acumulam os resíduos de uma cidade, estavam aquecendo o planeta, vieram os céticos afirmando de forma categórica que isto era farsa. Agora não mais se tem duvida de que eles estavam corretos, e que o clima no planeta está ficando completamente diferente do que era no passado, com chuvas cada vez mais esparsas e concentradas, muito fortes, causando enchentes e desastres naturais como nunca se viu em nosso país.

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O mundo depois da Rio-92

Sim, apesar de tudo vamos conseguir superar as adversidades ambientais

Por Fernando de Barros

Não há mais dúvida de que a raça humana vai conseguir superar as adversidades criadas pela dicotomia desenvolvimento x meio ambiente. A partir da Revolução Industrial, em que o pensamento era crescer, desenvolver a qualquer custo, e a natureza era um mero detalhe que atrapalhava o desenvolvimento, o homem começa a perceber que a natureza tem de ser nossa aliada, e não adversária ou inimiga.

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Desastres naturais geraram prejuízo de US$ 138 bilhões em 2012

Mais de 9,3 mil pessoas morreram e outras 106 milhões foram afetadas; maior parte da perda financeira foi nas Américas, por conta do furacão Sandy e das secas.

desastres naturaisDesastres naturais mataram, no ano passado, mais de 9,3 mil pessoas e geraram perdas econômicas de US$ 138 bilhões ou mais de R$ 271 bilhões em todo o mundo.

O anúncio foi feito esta quinta-feira pelo Escritório da ONU para a Redução de Riscos de Desastres. Ao todo, foram 106 milhões afetados com enchentes, furacões e secas.
Terremotos e Tufão

Foram 310 desastres extremos registrados em 2012. Pela primeira vez na história, os prejuízos ultrapassaram os US$ 100 bilhões por três anos consecutivos. A afirmação foi feita, em Genebra, pela diretora do escritório, Elizabeth Longworth.

Segundo a chefe do Escritório para a Redução de Riscos de Desastres, preocupa o impacto do total das perdas financeiras. China, Estados Unidos e Itália, que enfrentou dois terremotos, foram os países que mais tiveram prejuízos econômicos.

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