noticia-bitucas

Malditas bitucas!

Tocos de cigarro no chão: números mostram o tamanho do prejuízo ao meio ambiente

noticia-bitucasReconhecidamente um grave caso de saúde pública, por ser o motivo direto da morte de milhões de pessoas em todo o mundo, o hábito de fumar provoca, também, um efeito colateral extremamente danoso ao meio ambiente. O descarte inadequado de bitucas em praças, ruas e calçadas polui córregos, lagos e rios com os milhares de sustâncias tóxicas contidas nos cigarros.

Os números revelam o tamanho do problema. O planeta tem 1,6 bilhão de fumantes, segundo a Organização Mundial de Saúde. Cada fumante dispensa 7,7 bitucas por dia, revela levantamento da Ação Contra o Tabagismo. Cada bituca pesa 0,4 grama. São, portanto, em todo o planeta, 4,9 mil toneladas de tocos de cigarro dispensadas diariamente – 1,8 milhão de toneladas/ano.

Leia mais

Ácido em calçadas é crime ambiental

Os síndicos são responsáveis, em nome dos condôminos, por essa ação criminosa

Fernando de Barros

É comum vermos nas grandes cidades, em especial junto a prédios residenciais e comerciais, zelosos funcionários, em geral uma vez por semana, lavando as calçadas para deixá-las limpas, higienizadas, brilhantes – a impressão é de que ficam até sem “bactérias”, tendo em visto os produtos a base de ácidos, usados nestas “limpezas”.

Leia mais

Poluição sonora também faz mal

Ruído excessivo irrita, nos deixa fora de si. É preciso respeitar a lei

Fernando de Barros

Por sugestão do leitor Mario Camargo, de Maringá, trato, neste artigo, de uma poluição bem conhecida: a Poluição Sonora. Os ruídos acima de determinada intensidade incomodam, irritam e muitas vezes nos deixam fora de si, em especial à noite, quando precisamos dormir. A legislação brasileira, em especial as Normas Técnicas, determina os níveis máximos de ruídos, no período diurno e noturno. Muitas vezes temos indústrias emitindo ruídos que incomodam a vizinhança, se fazendo necessário avaliar com precisão, através de decibelímetros, o nível de ruído próximo às residências para se determinar se a emissão está dentro dos níveis máximos admitidos pela legislação.

Leia mais

Toda poluição gera doenças

A legislação ambiental não protege animais em extinção; protege a nós mesmos

Fernando de Barros

Com freqüência, ouvimos críticas quanto à legislação ambiental brasileira. Uns dizem que são leis de primeiro mundo, impingidas ao Brasil, que até pouco tempo era do 3º mundo. Outros afirmam categoricamente que são as ONGs internacionais que querem prejudicar o desenvolvimento econômico do País.

Leia mais

A poluição silenciosa

Difusa, ela degrada rios e provoca doenças. Mas há como evitá-la

Fernando de Barros

A água lava tudo, mas essa característica generosa da água, de solvente universal, é responsável, quando ocorrem as chuvas, pelo transporte de tudo quanto é agente poluidor, sólido ou líquido, para as bacias hidrográficas, principalmente as muito próximas das áreas urbanas que são fontes primárias das águas puras que nos ajudam a sobreviver. É a chamada poluição difusa, maior responsável, atualmente, pela degradação dos mananciais.

Leia mais

O ar que mata aos poucos

Recomendação médica: corra para uma cidade menor, busque qualidade de vida

Por Fernando de Barros

As cidades muito urbanizadas, com centenas de milhares de veículos bombardeando o ar com CO e CO2 e muita, mas muita poeira no ar, geram diariamente grande poluição no ar, o que causa um enorme efeito danoso à saúde das pessoas que ali vivem e trabalham. Os moradores das grandes cidades conhecem isto muito bem.

Leia mais

noticia-estado-portugues.torange.biz

Estado de São Paulo adota padrão mais rígido de qualidade do ar

Decreto reduz os índices considerados adequados para oito tipos de poluentes atmosféricos, entre eles o monóxido de carbono, os materiais particulados e o ozônio

qualidade do arOs padrões de qualidade do ar ficaram mais rígidos em São Paulo. Um decreto publicado nesta quarta-feira, 24, pelo governo do Estado reduz os índices considerados adequados para oito tipos de poluentes atmosféricos, entre eles o monóxido de carbono, os materiais particulados e o ozônio. É a primeira mudança feita no padrão desde 1990.

Os valores adotados pela Cetesb foram estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2005. Antes, eram usados critérios do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). São Paulo foi o primeiro Estado do mundo a discutir a adoção dos novos padrões, em 2010. Para se ter uma ideia, o padrão é mais rígido do que o previsto para ser adotado pela União Europeia até 2015.

Leia mais

Menos CO2, para já!

Temos de agir agora para honrar o compromisso de reduzir emissões em 40% até 2020

Por Fernando de Barros

As mudanças climáticas estão à vista de todos. Nosso planeta está mudando para pior, em função das ações humanas. Despejamos milhões de toneladas de CO2 na atmosfera e, como já falamos anteriormente, ela é como a casca da cebola, bem fininha. A atmosfera da Terra tem 12 km de espessura para um diâmetro de 13 mil km.

Leia mais

noticia-inventario-sp

Inventário confirma que SP não cumpre metas para reduzir emissões

Sistema de transporte é responsável pela maior parte das emissões de gás do efeito estufa na capital paulista

reduzir emissõesA meta de reduzir 30% das emissões de gás de efeito estufa na capital paulista entre 2003 e 2012, conforme determina a lei 14.933 de 1999, não foi cumprida pelo município. O Inventário Municipal de Emissões e Remoções Antrópicas de Gases de Efeito Estufa (GEE), apresentado nesta terça-feira pela prefeitura, mostra que, além de não alcançar o objetivo, a cidade aumentou a emissão de gás em 2010 e 2011. Foram 16 mil gigagramas de gás carbônico equivalente (Gg CO2e) a mais, o que equivale a um ano de emissões.

No último inventário, divulgado em 2005, mas que analisa dados referentes a 2003, as emissões somavam 15.738 Gg CO2e. De 2009 para 2010, o total de emissão de gases saltou de 15.115 para 16.087 Gg CO2e. Em 2011, o número chegou a 16.430 Gg CO2e.

Leia mais

Queima a céu aberto, um crime

Muitas pessoas consideram essa prática normal, mas podem ser condenadas por isso

Fernando de Barros

Sempre comento em minhas palestras que a Lei Ambiental é nova, desconhecida e, por isso, descumprida. Muitos hábitos de nossos antepassados acabam sendo incorporados por nós como normais, mas que não são mais admitidos pela legislação ambiental, pois está mais do que comprovado que são danosos ao meio ambiente e, consequentemente, à saúde humana. Leia mais