Gerenciamento de Resíduos

O que é gerenciamento de resíduos sólidos?

Gerenciar resíduos significa adotar efetiva e sistematicamente um conjunto de ações nas etapas de coleta, transporte, transbordo, tratamento, destinação final e disposição final ambientalmente adequada.

De acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010), a gestão de resíduos deve garantir o máximo reaproveitamento e reciclagem e a minimização dos rejeitos – que não possuem viabilidade técnica e econômica para reciclagem. Cada gerador é responsável pelos resíduos gerados, que devem ser segregados na fonte.

Por que é necessário gerenciar resíduos sólidos?

Cada brasileiro descarta cerca de 1 quilo de resíduos por dia. A geração total de Resíduos Sólidos Urbanos no Brasil por ano é de aproximadamente 78,6 milhões de toneladas, (ABRELPE, 2014).

Aproximadamente 31,9% é material reciclável, como metais, papel, plástico e vidro, 51,4% matéria orgânica e 16,7% outros materiais (IBGE,2010, IPEA 2012).

orgânico  reciclável rejeito

Contudo, apenas 3% dos resíduos gerados é reciclado (CEMPRE, 2013). Todos os dias, mais de 74 toneladas de resíduos recebem disposição inadequada, em lixões ou aterros controlados. 3.334 municípios brasileiros, 59,8% do total, ainda utilizam locais impróprios (ABRELPE, 2014).

Ineficiências estruturais, deficiências tecnológicas e ausência de gerenciamento causam um prejuízo anual de R$ 8 bilhões (IPEA, 2012).

Para evitar tanto desperdício de recursos e prejuízos, é tão necessário gerenciar adequadamente os resíduos sólidos.

Quais as vantagens de fazer o gerenciamento de resíduos sólidos?

Baseado na análise do ciclo de vida dos produtos e na produção limpa, gerenciar resíduos é uma oportunidade de promover a qualidade da separação e comercialização dos materiais, evitar danos ambientais e à saúde pública, reduzir desperdícios e custos e aumentar assim a lucratividade dos negócios, contribuindo para o desenvolvimento sustentável.

A elaboração de um PGRS traz muitos benefícios, como de identificar deficiências, reduzir desperdícios e, por meio de uma coleta seletiva eficiente com a participação de todos os envolvidos, obter lucro da comercialização dos materiais recicláveis de qualidade.

Contribui assim para uma imagem positiva diante de seus clientes, parceiros e a comunidade local, além da garantia do cumprimento dos requisitos legais, minimizando os riscos de multas e punições.

Quem é responsável pelo gerenciamento de resíduos sólidos?

A responsabilidade pelo gerenciamento de resíduos sólidas é compartilhada entre o Poder Público, o setor empresarial e toda a coletividade.

Cada gerador é responsável pelos resíduos gerados, seja em casa ou na empresa.

Os geradores devem minimizar a geração de resíduos e promover o máximo reaproveitamento e reciclagem e garantir a destinação final ambientalmente adequada.

A responsabilidade do gerador de resíduos domiciliares consiste em separar os resíduos adequadamente e dispor a coleta pública conforme a exigência do órgão gestor, transferindo a responsabilidade ao serviço público de manejo dos resíduos sólidos.

Já atividades definidas pela legislação, que geram de resíduos em grande quantidade ou por sua natureza, como industrial, de construção, de saúde, etc, possuem a responsabilidade privada de manejo dos resíduos sólidos, devendo garantir por conta própria que todas as etapas de gerenciamento ocorram da forma adequada.

Assim, pessoas físicas ou jurídicas definidas pela Politica Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010), são responsáveis pela implementação e operacionalização integral do plano de gerenciamento de resíduos sólidos.

E se não gerenciar os resíduos adequadamente, o que acontece?

Além de perder oportunidades, é crime ambiental causar poluição ou danos à saúde humana, à fauna e a flora, com pena de reclusão de um a cinco anos se “ocorrer por lançamento de resíduos sólidos, líquidos ou gasosos, ou detritos, óleos ou substâncias oleosas, em desacordo com as exigências estabelecidas em leis ou regulamentos” (Art. 57, V, Lei nº 12.305/2010), além das demais penalidades civis e administrativas.

Quem “manipula, acondiciona, armazena, coleta, transporta, reutiliza, recicla ou dá destinação final a resíduos perigosos de forma diversa da estabelecida em lei ou regulamento” está sujeito a pena de um a quatro anos (art. 54, II, Lei nº12.305/2010).

É proibido lançar resíduos sólidos em praias, mar, corpos hídricos, in natura a céu aberto e queimar resíduos a céu aberto.

Como a Master Ambiental pode ajudar no gerenciamento de resíduos sólidos?

Com 10 anos de atuação, a Master Ambiental conta com profissionais  habilitados e experientes em fornecer orientações para o adequado gerenciamento de resíduos sólidos, com o melhor custo benefício.

Com objetivo de gerar resultados positivos para seus clientes e atender a legislação ambiental, a Master Ambiental presta serviços de elaboração e implantação de planos de gerenciamento de resíduos, além de desenvolver treinamentos e monitoramentos para acompanhar a eficiência das ações.

A empresa possui em seu portfólio 228 Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS), sendo 121 para o segmento de comércio e serviços, 93 para indústrias, entre outros.

Elaborou 137 Planos de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil (PGRCC), sendo 101 para empreendimentos imobiliários, 25 para comércio e serviços, três para infraestrutura, entre outros, além de 23 Planos de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS), sendo sete para comércio e serviços, cinco para hospitais, cinco  para clínicas, dois  para indústrias e um para infraestrutura.

Destaca-se que a Master Ambiental não realiza serviços de coleta, tratamento, transporte ou destinação final de resíduos sólidos e sim presta consultoria e elabora estudos técnicos para garantir o adequado gerenciamento por outros prestadores de serviços que possuam licença ambiental para tanto.

Conheça mais sobre os planos de gerenciamento de resíduos elaborados pela Master Ambiental!

 

Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS)

O Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) é um documento técnico que identifica a tipologia e a quantidade de geração de cada tipo de resíduos e indica as formas ambientalmente corretas para o manejo, nas etapas de geração, acondicionamento, transporte, transbordo, tratamento, reciclagem, destinação e disposição final.

Plano de gerenciamento de Resíduos da Construção Civil

O Plano de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil (PGCC) é um documento técnico que identifica a quantidade de geração de cada tipo de resíduos proveniente de construções, reformas, reparos, demolições de obras civis e da preparação e escavação de terrenos.

Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde

O Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) é um documento técnico que estabelece ações de manejo dos resíduos provenientes de todos os serviços relacionados ao atendimento à saúde humana e animal, inclusive assistência domiciliar e trabalhos de campo, laboratórios, necrotérios, funerárias, serviços de medicina legal, drogarias e farmácias, estabelecimentos de ensino e pesquisa, centro de zoonoses, serviços de acupuntura e serviços de tatuagem, entre outros.

Plano Municipal Integrado de Gerenciamento de Resíduo Sólidos

O Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PMGIRS) consiste em um diagnóstico sobre a situação atual do conjunto de resíduos gerados no Município e define diretrizes, estratégias e metas para serem desenvolvidas as ações.

Implantação de Coleta Seletiva Municipal

A Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS (Lei nº 12.305/2010) implica em uma mudança de paradigma para que governos e sociedade centrem esforços no gerenciamento de resíduos sólidos. De acordo coma legislação, prioritariamente os municípios devem incluir a participação de cooperativas ou outras formas de associação de catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis formadas por pessoas físicas de baixa renda.

Elaboração de Projeto de Aterro Sanitário

Para disposição final ambientalmente adequada de resíduos sólidos, o aterro sanitário é uma forma de distribuição ordenada de rejeitos em aterro que observa normas operacionais específicas de modo a evitar danos ou riscos à saúde pública e à segurança e a minimizar os impactos ambientais adversos.

Projeto de Compostagem

Compostagem é uma forma de destinação final ambientalmente adequada de resíduos sólidos orgânicos (sobras de grutas, verduras, dejetos de animais, etc), que permite utilizar o composto orgânico (adubo), graças a decomposição biológica pela ação microbiana do solo.

Software de Gerenciamento de Resíduos

A Master Ambiental é parceira da empresa iResíduos que fornece o software iResíduos para o monitoramento da gestão de resíduos. Esse software é um sistema simples e de implantação imediata que reduz custos e aumenta a assertividade da gestão de resíduos.