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Retirada de tanques de combustível exige acompanhamento técnico

Além de seguir as normas ambientais, o procedimento busca identificar e evitar contaminações

Retirada de tanques de combustível exige acompanhamento técnicoPara identificar e corrigir eventuais vazamentos e contaminação solo, alguns cuidados devem ser tomados na retirada de tanques de combustível, que ficam subterrâneos e precisam ser substituídos quando vence a validade. O licenciamento ambiental de postos de combustíveis é obrigatório por lei justamente devido ao alto potencial poluidor da atividade, que envolve o manuseio de substâncias químicas.

Os combustíveis, principalmente a gasolina e o óleo diesel, além do alto poder inflamável, têm nível muito grande de persistência, isto é, demoram muito para degradar. Se estiverem com validade vencida ou em más condições, os tanques oferecem alto risco de vazamento e precisam ser retirados e encaminhados a aterros licenciados especificamente para esse recebimento.

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Área equivalente a do Brasil pode estar degradada até 2050, alerta Pnuma

Área equivalente a do Brasil pode estar degradada até 2050, alerta PnumaO mundo pode ter 849 milhões de hectares (uma área equivalente ao território do Brasil) degradados até 2050 caso os padrões insustentáveis de uso da terra sejam mantidos. A conclusão consta no relatório Assessing Global Land Use: Balancing Consumption with Sustainable Supply, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), lançado na sexta-feira, 24 de janeiro, durante o Fórum de Davos, na Suíça.

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Cerca de 13 milhões de hectares de florestas são destruídos por ano

florestasMais de um bilhão de pessoas no mundo dependem de florestas para abrigo, trabalho, alimentos, água, medicina e segurança. As florestas também absorvem o carbono, estabilizam o clima, regulam os ciclos de água e fornecem habitats para a biodiversidade.

Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), investir em uma floresta saudável não é só vital para o bem-estar humano e ambiental, mas também crucial na transição para uma economia verde. O alerta foi feito devido a um dado alarmante: a mata está sendo destruída em um ritmo acelerado – são cerca de 13 milhões de hectares por ano. Para a organização, investir na gestão florestal e nas atividades de reflorestamento poderia contribuir significativamente na transição para uma economia verde – de baixa produção de carbono, com eficiência de recursos e socialmente inclusiva.

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Desmatadores somos nós

Consumidor consciente não compra madeira sem origem comprovada

Por Fernando de Barros

Frequentemente assistimos na TV notícias sobre o desmatamento da Amazônia, que ora aumentou, que ora estabilizou; às vezes falam que desmataram área igual a 10.000 campos de futebol – enfim, toda semana há noticías deste tipo.

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Estupro na Amazônia

Enquanto outros países investem em energia verde, recorremos a soluções do Século XX

por Fernando de Barros

Estamos prestes a presenciar o estupro que está sendo efetivado no coração da Floresta Amazônica, no Rio Xingu, com a construção da Usina Hidroelétrica de Belo Monte. O mundo inteiro nos olha estupefatos pela insanidade de construirmos uma usina hidroelétrica no coração da Floresta Amazônica.

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O tamanho do prejuízo com a Degradação global

Degradação global consome todos os anos três vezes o PIB brasileiro. É estarrecedor

por Fernando de Barros

A Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou recentemente um relatório que é um autêntico tapa na cara de quem pensa o meio ambiente apenas com cifrões nos olhos e nem um pingo de consciência ambiental. O custo global com o desmatamento e a perda da biodiversidade alcança, todo ano, astronômicos US$ 4,5 trilhões ou algo em torno de R$ 9 trilhões. Para efeito de comparação, esse valor é maior que o prejuízo provocado pela crise financeira mundial do ano passado. E é três vezes o nosso Produto Interno Bruto (PIB), que em 2009 foi equivalente a R$ 3,140 trilhões. Ou seja: a degradação ambiental consome por ano o mesmo que três economias brasileiras produzem no mesmo período.

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