Coleta seletiva aumenta 138% mas funciona em apenas 18% das cidades brasileiras

noticia-coleta-seletivaO Compromisso Empresarial para Reciclagem (CEMPRE) acaba de divulgar a Pesquisa Ciclosoft 2016 com os avanços da coleta seletiva em cidades brasileiras, indispensável para o desenvolvimento do setor de reciclagem no País. Realizado pelo CEMPRE a cada dois anos, o estudo revela que apesar da evolução crescente do engajamento dos municípios desde a promulgação da Política Nacional de Resíduos Sólidos em 2010, a velocidade de adesão ainda é menor que o desejável. Leia mais

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Parabéns, Cooperativas de Londrina!

Prêmio nacional reconhece a coleta seletiva de Londrina por inclusão de catadores de materiais recicláveis

noticia-cooper-regiao-siteNo último dia 24 de novembro, a Secretaria Geral da Presidência da República divulgou as quatro iniciativas vencedoras do II Prêmio Cidade Pró-Catador. Londrina ficou em primeiro na Categoria D, de cidades com mais de 300 mil habitantes. As demais cidades vencedoras foram Brazópolis (MG), Manhumirim-MG e Santa Cruz do Sul-RS.

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Comparadas às estrangeiras, cidades brasileiras gastam cinco vezes menos com Gestão de Resíduos Sólidos

Cidades brasileiras gastam cinco vezes menos com Gestão de Resíduos SólidosDivulgada na última terça-feira (5) e organizada pela PricewaterhouseCoopers (PwC), a pesquisa Três Anos Após a Regulamentação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS): Seus Gargalos e Superação revelou um dado interessante: os municípios brasileiros gastam cinco vezes menos com a Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) do que a média das cidades internacionais. O levantamento foi solicitado pelo Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana no Estado de São Paulo (Selur) e pela Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública (ABLP).

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Sistema subterrâneo de coleta de lixo no Rio de Janeiro: exemplo do que não foi e poderia ter sido

coleta de lixoJá se perguntou qual será o legado da atual geração de seres humano para os próximos milênios? Um, particularmente, é certo e tem reflexos significativos para o próprio planeta. O lixo. E o legado dos eventos esportivos para o Brasil?

Evidenciadas nas manifestações iniciadas em junho, uma pergunta frequente feita pela população, especialmente pelos habitantes cariocas – sede tanto da Copa do Mundo de 2014 como das Olimpíadas de 2016, tem sido qual será o legado dos eventos esportivos para os serviços públicos e a qualidade de vida da população.

Sem dúvidas, o Rio de Janeiro vive um momento ímpar na sua história, com muitos investimentos e novas construções. Entretanto, a percepção da maioria da população, dado o histórico do pan-americano, tem sido que pouco irá ficar de benefício para o cotidiano da cidade. Um aspecto dos serviços públicos que evidencia essa preocupação é a gestão de resíduos sólidos.

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São Paulo terá sacos de lixo específicos para reciclagem

Cores e materiais estão em fase de teste para definição

São Paulo terá sacos de lixo específicos para reciclagemPara facilitar o processo de coleta seletiva, a Prefeitura de São Paulo está investindo no desenvolvimento de um novo tipo de sacos de lixo, fabricado especificamente para abrigar resíduos destinados à reutilização. A Secretaria de Serviços da cidade declarou que os tipos de materiais ainda estão sendo testados e as cores ainda não foram definidas.

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O desafio dos novos prefeitos é cuidar do lixo

O desafio dos novos prefeitos é cuidar do lixoQuando os prefeitos assumiram seus cargos no início deste ano, provavelmente já perceberam o grande “abacaxi” que precisam descascar: o gerenciamento de resíduos sólidos municipais.

O prazo derradeiro da Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS (Lei 12.305/2010) para acabar com lixões e implantar sistemas de coleta seletiva é agosto de 2014. Quanto mais a data se aproxima, gera uma grande dor de cabeça aos gestores municipais (ou pelo menos, deveria).

O principal problema é que a maioria ainda pensa com mentalidade ultrapassada, acostumada a jogar todo lixo em um grande buraco, a céu aberto, misturados, sem valor algum. Os inúmeros lixões demonstram a ausência histórica de preocupação com o meio ambiente e saúde das pessoas – algo sobre o qual, felizmente, já começa a haver mais consciência.

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Monitoramento é essencial para gestão da coleta seletiva

Realizado periodicamente, os indicadores sobre a qualidade da separação mostram a adesão da população

Monitoramento é essencial para gestão da coleta seletivaA partir da cobrança do Ministério Público para que o Município adequasse a situação do aterro controlado, na época com capacidade praticamente esgotada, foi iniciada em 2009, a coleta seletiva de Ibiporã – PR. Com o princípio de segregar os resíduos na fonte geradora, antes mesmo da publicação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), o programa priorizou a participação da população, sensibilizada por meio de campanhas de educação ambiental no rádio, TV e de porta a porta em todas as casas da cidade.

Até aí, muitos municípios já fizeram, o que hoje se tornou uma obrigação legal. Porém, um dos maiores diferenciais da coleta seletiva de Ibiporã foi o programa de monitoramento, desenvolvido para acompanhar a implantação em 2009 e em andamento até hoje. A Master Ambiental é responsável pelo monitoramento, descrito em relatórios mensais. Já foram entregues mais de 40 relatórios desde o início do programa, o que possibilita um histórico da evolução da coleta seletiva muito raro de encontrar nos Municípios brasileiros.

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Catadores pedem implantação de coleta seletiva em municípios brasileiros

coleta seletivaA implantação da coleta de lixo seletiva nos municípios e a negociação das prefeituras diretamente com as cooperativas de catadores fazem parte das prioridades debatidas durante a 1ª Conferência Livre de Meio Ambiente de Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis do Estado do Rio de Janeiro, realizada nos dias 26 e 27 de agosto.

Com a vigência da Lei 12.305/2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, a partir de 2014 ficam proibidos os lixões no país e todas as prefeituras terão de dar um fim adequado aos resíduos, por meio de centros de tratamento e da coleta seletiva.

A coordenadora do Movimento Nacional dos Catadores no município do Rio, Claudete Costa, reivindica que os resíduos sejam destinados às cooperativas em vez de serem enviados às empresas de reciclagem. “O nosso principal objetivo é a implantação da coleta seletiva com a inclusão dos catadores. Ainda não ocorreu de fato a coleta com apoio do catador, que não está sendo o protagonista nesse processo. Já somos reconhecidos como profissão, mas nossa maior luta é que as prefeituras contratem as cooperativas como prestadoras de serviço”, afirmou Claudete.

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Status no lixo

Gorjeta do carteiro? Confere. Gorjeta do zelador? Confere. Gorjeta do estacionamento? 8 pessoas. Putz! Confere.

Status no lixoGorjeta do entregador do jornal? Confere. Gorjeta da diarista? Confere. Do engraxate? Confere. Do garçom? Confere.

Gorjeta do lixeiro? Nem vem qui num tem. O lixeiro é tão ou mais essencial no nosso dia a dia do que a maioria dos que nos servem, mas continua invisível e pouco apreciado. Chama atenção quando faz barulho ou bloqueia a rua com seu caminhão. Então mandamos recados para a mãe dele e fazemos coro de insulto na buzina.

Nova York viveu 200 anos sem eles. Quando os moradores começaram a morrer de doenças contagiosas e intoxicações, foi criado o Departamento de Saneamento Público. Sucesso. Até então, o lixo era entregue aos porcos que viviam soltos na cidade.

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FNMA apoia organizações de catadores de materiais recicláveis

Prazo para envio de projetos é até 26 de abril

catadores de materiais recicláveisComo oportunidade de organização e capacitação, Cooperativas de Catadores de Materiais Recicláveis, voltadas diretamente às atividades de coleta seletiva, podem encaminhar propostas para receber recursos do Fundo Nacional do Meio Ambiente – FNMA. O período de recebimento de propostas, aberto em 2 de janeiro, vai até 26 de abril. Os valores de repasse variam de R$ 100 mil a 300 mil.

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