Achado fóssil repercutiu nos principais jornais do Brasil e exterior

Master Ambiental foi responsável pelo Plano Básico Ambiental da obra junto a Sustentabilidade da Brado.

Teve grande repercussão na mídia o achado fóssil encontrado no ano passado na construção da ferrovia no município de Davinópolis (região metropolitana de Imperatriz), no Maranhão. Os ossos gigantes são possivelmente de um titanossauro. Foram encontrados um fêmur de mais de 1,5 metro, pés e mãos, costelas, além de vértebras do animal que podem revelar vestígios sobre a passagem dos saurópodes no Brasil durante o período Cretáceo Inferior. Leia mais

Achado de dinossauro em Davinópolis

Achado de fóssil de dinossauro em obra do terminal ferroviário em Davinópolis teve participação da Master Ambiental

O achado do fóssil de dinossauro aconteceu durante o monitoramento arqueológico, condicionante do licenciamento ambiental

Era mais um dia da rotina do monitoramento arqueológico, condicionante do licenciamento ambiental nas obras Terminal Multimodal da Brado em Davinópolis, Maranhão. 13 de abril de 2021, manhã de segunda-feira, sem chuvas, e o Daniel Ribeiro da Silva, arqueólogo, avistou o que seria o primeiro fóssil de dinossauro encontrado naquela região, ao observar os taludes após a escavação.

As obras de terraplenagem estavam 99% concluídas e a escavação neste ponto chegava a cerca de 10 metros e profundidade.

Eram ossos, mas não qualquer um. E sim fósseis, preservados por milhões de anos. Logo mobilizou toda a equipe da ArqueoLogística, parceira, e da Master Ambiental, responsável pelo Plano Básico Ambiental junto a Sustentabilidade da Brado.
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descoberta de fóssil de dinossauro em obra de terminal ferroviário é destaque de hoje na Folha de São Paulo

Descoberta de fóssil de dinossauro em obra de terminal ferroviário é destaque de hoje na Folha de São Paulo

O achado paleontólogo da obra do Terminal Ferroviário da Brado em Davinópolis – MA, foi notícia na editoria de ciências da Folha de São Paulo de 7 de outubro de 2021. Master Ambiental foi responsável pelo Plano Básico Ambiental da obra junto a Sustentabilidade da Brado.

Na foto, um fóssil resgatado na escavação, um fêmur de mais de 1,5 metros de comprimento entre outros ossos longos. “o fóssil é o primeiro dinossauro conhecido para a região, e possivelmente, um importante registro para a história evolutiva do grupo dos saurópodes, que viveram onde é hoje o Brasil há cerca de 130 milhões de anos, no período conhecido como Cretáceo Inferior”. Leia mais

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Ressuscitaram a arqueologia no Brasil

Ressuscitaram a arqueologia no BrasilÉ comum que pesquisadores de vários ramos tenham dificuldade de obter inserção no mercado de trabalho no Brasil. Porém, os que se dedicam à arqueologia não têm tido do que reclamar. O ritmo acelerado do setor de construção civil vem multiplicando o número de consultorias arqueológicas no país.

As oportunidades para esse ramo da ciência estão sendo impulsionadas pela aplicação de portaria do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em vigor desde 2002, segundo a qual toda obra civil de médio ou grande porte precisa de avaliação arqueológica do terreno e acompanhamento das escavações.

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Master Ambiental realiza estudo arqueológico no Rio de Janeiro

No licenciamento de obras viárias da CCR Ponte, avaliação arqueológica é obrigatória por ser região histórica

Master Ambiental realiza estudo arqueológico no Rio de JaneiroNo licenciamento ambiental junto à Secretaria Municipal do Meio Ambiente do Rio de Janeiro das obras do viaduto de ligação entre a Ponte Rio Niterói e a Linha Vermelha, a Master Ambiental apresentou relatório arqueológico, por ser obra civil que gera remoção de terras, justamente na região portuária da Bahia da Guanabara, com grande importância histórica. Nesse caso, a avaliação arqueológica é obrigatória, de acordo com a portaria do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em vigor desde 2002. O viaduto, que terá extensão de 2,5 km, e será realizado pela concessionária CCR Ponte, do grupo CCR (Companhia de Concessões Rodoviárias).

A avaliação arqueológica segue as três fases do licenciamento ambiental. Na primeira, para obtenção de licença prévia, deve ser realizada uma contextualização arqueológica da área de influência do empreendimento e um relatório com diagnóstico e avaliação de impactos do empreendimento ao patrimônio arqueológico, além de proposto um Programa de Prospecção e de Resgate. No caso das obras da CCR Ponte, em fase de licença prévia, o relatório arqueológico foi submetido à avaliação do Iphan.

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