Peru terá energia solar para população de baixa renda

energia solarImagine os moradores das regiões mais vulneráveis do Brasil deixando de lado as lamparinas e velas para usar energia solar, com painéis sobre os telhados das casas. Isso ainda não acontece por aqui, mas para os peruanos esta já é uma realidade. Cerca de 12.500 sistemas solares fotovoltaicos fornecerão energia do sol para 500 mil domicílios. O programa vai atingir dois milhões de pessoas de baixa renda.

A primeira fase do Programa de Eletrificação Fotovoltaica de Domicílios Nacional foi iniciada na no dia 8 de julho, na província Contumazá, onde 1.601 painéis solares já foram instalados. Estes equipamentos vão poder abastecer 126 comunidades em situação de extrema pobreza dos distritos de Cupisnique, San Benito, Tantarica, Chilete, Yonan, San Luis e Contai, segundo site do Ministério de Energia e Minas do Peru.

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Noruega importa lixo para produzir eletricidade

Com usinas incineradoras capazes de queimar mais lixo do que a população produz, a capital da Noruega começou a importar resíduos da Inglaterra, Irlanda e Suécia para gerar eletricidade

 lixo para produzir eletricidadeSão Paulo – Um mês depois de anunciar para o mundo a proposta de importar lixo de outros países para produzir eletricidade – e surpreender muita gente -, a Noruega iniciou a atividade. A capital do país, Oslo, já está recebendo resíduos da Irlanda, Suécia e Inglaterra.

Os países estão enviando para a cidade norueguesa lixo doméstico, industrial e, até mesmo, hospitalar. A decisão de receber os resíduos foi tomada pelo governo devido a grande capacidade das usinas incineradoras da região, que atualmente não é atendida. A população da Noruega produz cerca de 136 milhões de toneladas de lixo por ano, enquanto as usinas conseguiriam queimar mais de 635 milhões de toneladas no mesmo período.

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O lixo como fonte de energia

O lixo como fonte de energiaDentre questões ambientais decisivas para um futuro sustentável, a discussão sobre o reaproveitamento de resíduos como fonte de energia ganha destaque quando se fala em economia verde.

O aumento da geração de resíduos sólidos urbanos (RSU) é resultante tanto do crescimento populacional como do modelo econômico. Estimada em seis bilhões de habitantes, 75% da população mundial se distribui pelos centros urbanos, elevando o consumo de produtos cada vez mais descartáveis. Logo, saber gerenciar e destinar corretamente os RSU é essencial na contemporaneidade.

No Brasil, o manejo inadequado de resíduos reflete a ausência de uma cultura efetiva de separação de resíduos na fonte e de responsabilidade dos geradores de resíduos, resultando em um grave problema ambiental. No país onde dados oficiais falam em um nível de descarte inadequado em lixões de 42% (Plano Nacional de Resíduos Sólidos, versão preliminar para consulta pública de setembro de 2011), a falta de gestão de resíduos indica que na realidade esse número pode ser bem maior.

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Por que não investir em fontes de energia alternativas?

Fontes de energia alternativas, quer dizer, fontes sustentáveis de energia, despontam em meio à crescente necessidade de preservação e manutenção dos recursos naturais. Quando ocorrem, os investimentos em fontes alternativas significam inovação e aplicação de tecnologias de ponta, além de uma forma de ouvir o grito de socorro da própria natureza, carente de conservação. Com o sol e o vento ao dispor do Brasil, o que falta para que as fontes de energia solar e eólica sejam, de fato, uma realidade?

É possível presumir a resposta para essa questão – que também constitui uma das principais demandas da década: transpor as barreiras para gradativa substituição da energia oriunda de combustíveis fósseis e de hidrelétricas. As fontes alternativas de energia começam a ser exploradas no Brasil, é verdade. A eólica um pouco mais, mas pouco. Já a solar precisa ser muito estimulada.

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Master Ambiental licencia fábrica de equipamentos de energia eólica

Localizada em Toledo (PR), a GBT do Brasil produz equipamentos para geração de energia eólica

Master Ambiental licencia fábrica de equipamentos de energia eólicaConsiderada uma das fontes alternativas de energia mais promissoras atualmente no território brasileiro, os investimentos em energia eólica estão em expansão. Nesse contexto, a GBT do Brasil Equipamentos Eólicos conta com a consultoria da Master Ambiental na fase de licenciamento da fábrica situada em Toledo, Paraná, junto ao Instituto Ambiental do Paraná (IAP). Com um terreno de aproximadamente 27 mil m², cerca de quatro mil m² de área construída, a fábrica destina-se à produção de pás para turbinas eólicas.

Segundo o diretor geral da GBT do Brasil, Arthur da Igreja, as pás fabricadas compõem turbinas com capacidade de abastecer indústrias de médio porte. “Permite que a indústria produza a própria energia, reduzindo a conta e não dependendo de concessionárias”, valoriza. A estimativa do diretor quanto à produção da fábrica é de 30 pás por mês, utilizadas na montagem de 10 turbinas.

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Até que enfim, painel solar vai compensar na conta!

Até que enfim, painel solar vai compensar na conta!Custou, mas enfim o governo brasileiro mudou, ainda que timidamente, a legislação que passa a permitir a cidadãos e empresas que gerarem energia por meio de painéis fotovoltaicos, painel solar, obterem benefícios financeiros na conta de luz. A medida também vale para geradores eólicos.

Antes o investimento na instalação de um painel fotovoltaico, por exemplo, poderia levar anos para se compensar financeiramente, por meio da economia de gastos com energia elétrica. Com a medida, ficou mais fácil recuperar o investimento, com a inclusão da energia gerada no sistema de distribuição energética das concessionárias.

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Energia, a nova forma de ganhar dinheiro

Investimentos em eficiência energética fazem a conta de luz cair drasticamente

Fernando de Barros

Quando checamos nossa conta de energia elétrica, ficamos impressionados como é cara. E nos parece inevitável que tenhamos que gastar tanto dinheiro em energia elétrica, por que é tabelada pelo governo e seu custo só tende a aumentar. A primeira razão para o alto consumo de energia elétrica é que no passado, quando comprávamos qualquer equipamento elétrico, só pensávamos quanto custava, sempre queríamos comprar o mais barato, e não fazíamos a conta do consumo de energia.

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Eficiência energética em hotéis

Programa com apoio oficial pode reduzir gasto em até 40%

Fernando de Barros

O custo da energia elétrica é o segundo item da pauta dos gastos dos hotéis, ficando atrás apenas do custo com pessoal, afirma o presidente da ABIH Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), Enrico Fermi, e como nenhum empresário gosta de gastar recursos desnecessariamente começa no País um movimento para implantar a eficiência energética nos hotéis, como forma de se economizar dinheiro.

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Master amplia atuação na área de petróleo e gás

Equipe está qualificada a coordenar e executar monitoramento ambiental em ecossistemas aquáticos

noticia-petroleo-gasO petróleo é a principal fonte energética do mundo e, por tratar-se de uma matéria prima de elevado valor econômico, tornou-se responsável por causar grandes mudanças econômicas e geopolíticas globais. O mundo se tornou dependente do petróleo pelas comodidades e benefícios oferecidos à sociedade, exercendo um papel relevante na vida das pessoas. Precisamos cada vez mais de energia, combustíveis, plásticos e outros produtos que são feitos a partir do petróleo. Atualmente, viver sem esse produto tão valioso implicaria na necessidade de uma mudança radical nos hábitos de todos nós e na reformulação da maneira como a nossa sociedade funciona.

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