Ibama recusa proposta da Samarco e exige novo Plano de Recuperação Ambiental


A equipe técnica responsável pela análise considerou que o levantamento dos impactos foi feito “de maneira genérica e superficial, sem considerar o imenso volume de informações produzidas e disponíveis até o momento”. As ações propostas foram classificadas como “pouco detalhadas e pouco fundamentadas do ponto de vista metodológico e científico”.
“O diagnóstico dos danos é extremamente superficial”, apontam os técnicos no documento. De acordo com a avaliação, a empresa “minimiza todos os impactos ambientais da ruptura da barragem”. “Em relação aos impactos sobre os organismos aquáticos, verifica-se a tendência a subestimar o problema, inclusive se omitindo completamente em relação ao volume e diversidade de peixes encontrados mortos ao longo da bacia do Rio Doce.”
A Nota Técnica produzida pelos analistas do Ibama ressalta que “a falta de prazos definidos impossibilita qualquer monitoramento das atividades a serem desenvolvidas por parte dos órgãos competentes”.
O prazo para entrega das complementações e atualizações exigidas é 17 de fevereiro.
Fonte: www.ibama.gov.br
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