Master Ambiental realiza estudo arqueológico no Rio de Janeiro

No licenciamento de obras viárias da CCR Ponte, avaliação arqueológica é obrigatória por ser região histórica

Master Ambiental realiza estudo arqueológico no Rio de JaneiroNo licenciamento ambiental junto à Secretaria Municipal do Meio Ambiente do Rio de Janeiro das obras do viaduto de ligação entre a Ponte Rio Niterói e a Linha Vermelha, a Master Ambiental apresentou relatório arqueológico, por ser obra civil que gera remoção de terras, justamente na região portuária da Bahia da Guanabara, com grande importância histórica. Nesse caso, a avaliação arqueológica é obrigatória, de acordo com a portaria do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em vigor desde 2002. O viaduto, que terá extensão de 2,5 km, e será realizado pela concessionária CCR Ponte, do grupo CCR (Companhia de Concessões Rodoviárias).

A avaliação arqueológica segue as três fases do licenciamento ambiental. Na primeira, para obtenção de licença prévia, deve ser realizada uma contextualização arqueológica da área de influência do empreendimento e um relatório com diagnóstico e avaliação de impactos do empreendimento ao patrimônio arqueológico, além de proposto um Programa de Prospecção e de Resgate. No caso das obras da CCR Ponte, em fase de licença prévia, o relatório arqueológico foi submetido à avaliação do Iphan.

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O lixo como fonte de energia

O lixo como fonte de energiaDentre questões ambientais decisivas para um futuro sustentável, a discussão sobre o reaproveitamento de resíduos como fonte de energia ganha destaque quando se fala em economia verde.

O aumento da geração de resíduos sólidos urbanos (RSU) é resultante tanto do crescimento populacional como do modelo econômico. Estimada em seis bilhões de habitantes, 75% da população mundial se distribui pelos centros urbanos, elevando o consumo de produtos cada vez mais descartáveis. Logo, saber gerenciar e destinar corretamente os RSU é essencial na contemporaneidade.

No Brasil, o manejo inadequado de resíduos reflete a ausência de uma cultura efetiva de separação de resíduos na fonte e de responsabilidade dos geradores de resíduos, resultando em um grave problema ambiental. No país onde dados oficiais falam em um nível de descarte inadequado em lixões de 42% (Plano Nacional de Resíduos Sólidos, versão preliminar para consulta pública de setembro de 2011), a falta de gestão de resíduos indica que na realidade esse número pode ser bem maior.

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Master Ambiental realiza curso em Macapá (AP)

O objetivo é capacitar profissionais da região para elaboração do Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV)

Master Ambiental realiza curso em Macapá (AP)A Master Ambiental realiza no próximo dia 15 de junho, sábado, em parceria com o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Amapá, o curso: “Como elaborar o Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV)” no Auditório da Fecomércio. O objetivo é capacitar profissionais para elaborar o estudo, desta vez, no estado do Amapá.

O curso faz parte da programação do Seminário de Ética na Cidade, que pretende discutir critérios e a forma de tomada de decisão sobre grandes empreendimentos e seus impactos – cada vez mais frequentes na capital Macapá.

Com carga de 8 horas, o curso é direcionado a profissionais de arquitetura, engenharia civil, empresários do ramo da construção, estudantes e funcionários públicos. O curso será ministrado pelo coordenador técnico da Master Ambiental, advogado e mestre em Geografia, Meio Ambiente e Desenvolvimento, Carlos Eduardo Levy, que abordará temas como a legislação ambiental aplicada à construção civil e os impactos ambientais da construção de novos empreendimentos em lotes urbanos.

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Alerta vermelho para mudanças do clima

Alerta vermelho para mudanças do climaJá em 2007, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), grupo dos mais reconhecidos especialistas de todo o mundo no âmbito da Organização das Nações Unidas (ONU), concluiu que o aumento a partir de 2°C na temperatura média do planeta já ocasionaria mudanças significativas no clima global.

Efeitos como o degelo nas áreas polares e o aumento do nível dos oceanos, até a maior frequência e gravidade de eventos climáticos extremos e por consequência refugiados ambientais, seriam então sentidos – principalmente pelos países e pessoas mais pobres, sem recursos para prevenir e remediar tais problemas.

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Por que não investir em fontes de energia alternativas?

Fontes de energia alternativas, quer dizer, fontes sustentáveis de energia, despontam em meio à crescente necessidade de preservação e manutenção dos recursos naturais. Quando ocorrem, os investimentos em fontes alternativas significam inovação e aplicação de tecnologias de ponta, além de uma forma de ouvir o grito de socorro da própria natureza, carente de conservação. Com o sol e o vento ao dispor do Brasil, o que falta para que as fontes de energia solar e eólica sejam, de fato, uma realidade?

É possível presumir a resposta para essa questão – que também constitui uma das principais demandas da década: transpor as barreiras para gradativa substituição da energia oriunda de combustíveis fósseis e de hidrelétricas. As fontes alternativas de energia começam a ser exploradas no Brasil, é verdade. A eólica um pouco mais, mas pouco. Já a solar precisa ser muito estimulada.

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Eles usam raízes de árvores pra cultivar pontes naturais que duram até 500 anos

pontes naturaisÉ um belíssimo exemplo de arquitetura sustentável e de como o homem pode conviver em paz com a natureza, mesmo quando ela mostra sua força. Meghalaya, na Índia, é um lugar frequentemente assolado por chuvas torrenciais, que chegam aos 15 metros por ano. Por isso os habitantes decidiram que em vez de construir pontes naturais, iriam cultivá-las.

São pontes vivas e que se fortalecem ao longo dos anos. O processo é feito recorrendo às raízes da Ficus Elastica, uma espécie de figueira, que os habitantes fazem crescer entre as margens dos rios. Como elas estão vivas, vão ficando maiores, cada vez mais fortes e seguras, chegando a suportar mais de 50 pessoas. A região é uma das mais úmidas do mundo e é conhecida pelos seus rios e córregos de fluxo rápido, que com as fortes chuvas, são capazes de destruir uma ponte convencional.

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Lixões: Uma montanha de problemas

80% do lixo produzido diariamente no Paraná vão parar em lixões, que ainda estão presentes em mais de metade dos municípios

lixões: uma montanha de problemasO Paraná produz diariamente 20 mil toneladas de lixo, sendo que 16 mil (80%) não têm destino correto. Prefeitos e representantes de 104 municípios se reuniram ontem em Londrina para discutir o assunto. Eles participaram de curso sobre Política de Resíduos Sólidos, promovido pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente. O objetivo foi capacitar os participantes para se adequarem à lei federal 12.305/2010, que estabelece que até o final de 2014 as prefeituras destinem de maneira adequada os resíduos urbanos, acabando com os lixões.

Levantamento realizado no ano passado pelo Tribunal de Contas e pelo Instituto Ambiental do Paraná mostra que dos 399 municípios paranaenses cerca de 63% (250) ainda têm lixões. O alto custo para a construção e operação dos aterros sanitários são apontados como os responsáveis pela não adequação dos municípios e por isso a solução seria o consorciamento.

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Master Ambiental licencia fábrica de equipamentos de energia eólica

Localizada em Toledo (PR), a GBT do Brasil produz equipamentos para geração de energia eólica

Master Ambiental licencia fábrica de equipamentos de energia eólicaConsiderada uma das fontes alternativas de energia mais promissoras atualmente no território brasileiro, os investimentos em energia eólica estão em expansão. Nesse contexto, a GBT do Brasil Equipamentos Eólicos conta com a consultoria da Master Ambiental na fase de licenciamento da fábrica situada em Toledo, Paraná, junto ao Instituto Ambiental do Paraná (IAP). Com um terreno de aproximadamente 27 mil m², cerca de quatro mil m² de área construída, a fábrica destina-se à produção de pás para turbinas eólicas.

Segundo o diretor geral da GBT do Brasil, Arthur da Igreja, as pás fabricadas compõem turbinas com capacidade de abastecer indústrias de médio porte. “Permite que a indústria produza a própria energia, reduzindo a conta e não dependendo de concessionárias”, valoriza. A estimativa do diretor quanto à produção da fábrica é de 30 pás por mês, utilizadas na montagem de 10 turbinas.

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O desafio dos novos prefeitos é cuidar do lixo

O desafio dos novos prefeitos é cuidar do lixoQuando os prefeitos assumiram seus cargos no início deste ano, provavelmente já perceberam o grande “abacaxi” que precisam descascar: o gerenciamento de resíduos sólidos municipais.

O prazo derradeiro da Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS (Lei 12.305/2010) para acabar com lixões e implantar sistemas de coleta seletiva é agosto de 2014. Quanto mais a data se aproxima, gera uma grande dor de cabeça aos gestores municipais (ou pelo menos, deveria).

O principal problema é que a maioria ainda pensa com mentalidade ultrapassada, acostumada a jogar todo lixo em um grande buraco, a céu aberto, misturados, sem valor algum. Os inúmeros lixões demonstram a ausência histórica de preocupação com o meio ambiente e saúde das pessoas – algo sobre o qual, felizmente, já começa a haver mais consciência.

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Master Ambiental implanta PGRS em metalúrgica de Marília, SP

A implantação do Plano, na indústria Ikeda Empresarial exige treinamentos de funcionários para a segregação de resíduos na fonte

Master Ambiental implanta PGRS em metalúrgica de Marília, SPDestinar corretamente os resíduos sólidos é uma obrigação de todas as indústrias, que devem por lei elaborar seus Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS). Mas, o grande desafio está em tirar os planos do papel. Além do benefício ambiental, o adequado gerenciamento pode agregar outras vantagens, como a economia no processo produtivo. Com essa preocupação, a metalúrgica Ikeda Empresarial, localizada em Marília, na alta paulista, contratou a consultoria da Master Ambiental para não somente elaborar o PGRS, mas também para orientar e apoiar no processo de efetiva implantação.

Com 300 funcionários, a metalúrgica fabrica produtos de três linhas: implementos agrícolas; giragrill (churrasqueiras) e aironflex (por exemplo, mobiliário e suportes de televisão). A principal fonte de resíduos da indústria vem justamente do setor de produção, que gera desde resíduos recicláveis a resíduos perigosos.

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