Supressão de vegetação nativa no Paraná: o que muda para o seu negócio com a IN 48/2025

O Paraná acaba de inaugurar uma nova fase no licenciamento ambiental com a publicação da Instrução Normativa nº 48, de 5 de maio de 2025, pelo Instituto Água e Terra (IAT). A normativa define de forma objetiva como deve ser feita a Autorização de Supressão de Vegetação Nativa na modalidade de Uso Alternativo do Solo (UAS), isto é, quando a vegetação natural é convertida para finalidades agropecuárias, industriais, urbanas ou de infraestrutura. Para o empreendedor, isso significa mais clareza, previsibilidade e segurança jurídica no momento de planejar seus investimentos.

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Em São Paulo campanha recompensa economia de água com plantio de árvores

O plano é que a ação ocorra a cada seis meses, aumentando o número de inscritos e consequentemente de mudas plantadas. | Foto: iStock by Getty ImagesSegundo a Organização das Nações Unidas (ONU), quase metade da população mundial pode enfrentar escassez de água em 2030, quando a demanda do recurso poderá superar a oferta em 40%. O alarde dos reservatórios de São Paulo é uma demonstração de que a situação precisa ser tratada com seriedade e urgência por entidades públicas, empresas e pela população em geral. É nesse sentido que foi criada a campanha “Disputa de Casas São Paulo – lavando hábitos por uma consciência mais limpa”. Leia mais

Em São Paulo, árvores caídas ganham novo destino

Em São Paulo, árvores caídas ganham novo destinoNa última quarta-feira (25), a Prefeitura de São Paulo lançou o programa municipal Mobiliário Ecológico, iniciativa que visa reaproveitar os resíduos das árvores que caíram ou foram removidas para embelezar espaços públicos. O projeto evita o desperdício da madeira ao transformar as árvores em bancos de parques e praças. A primeira unidade já foi entregue e instalada no Largo da Batata, em Pinheiros.

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Manejo inadequado contribui para queda de árvores

Manejo inadequado contribui para queda de árvoresNa primeira quinzena de janeiro, a cidade de São Paulo registrou, conforme balanço da prefeitura, mais de 750 quedas de árvores. Somados às tempestades de verão, o plantio inadequado e a poda irregular fragilizam as espécies, que acabam apodrecendo e caindo.

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Conheça a árvore mais velha do Brasil

Localizado no interior de São Paulo, o jequitibá-rosa ‘Patriarca’ tem mais de 3000 anos de idade e altura correspondente a um prédio de 13 andares
Conheça a árvore mais velha do BrasilA cidade de Santa Rita do Passa Quatro, interior de São Paulo, reserva um verdadeiro tesouro: a árvore brasileira mais antiga de que se tem registro. Da semente, que germinou a um milênio do início da era cristã, brotou o jequitibá-rosa, apelidado de Patriarca diante da imponência e longevidade que exibe.

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Quantidade de árvores indica desigualdade social

Além de embelezarem o ambiente, as plantas melhoram a qualidade de vida da população ao controlar o calor das cidades
Quantidade de árvores indica desigualdade socialComo avaliar a qualidade de vida dos moradores de determinado bairro? Aspectos já conhecidos, como saneamento básico, iluminação pública, segurança e pavimentação podem, certamente, compor a lista de critérios para essa avaliação. Ainda assim, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio do censo de 2010, definiu outro ponto que pode pesar a desigualdade social: a arborização.

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Você conhece as árvores da sua região?

Você conhece as árvores da sua região?Você já parou para pensar em quantas árvores existem na sua cidade? Ou há quanto tempo estão naquela calçada? Geralmente, quando perguntas como essas são feitas, a rotina agitada é o primeiro pretexto. Ainda assim, até os mais desatentos já devem ter notado como esses patrimônios naturais têm desaparecido, gradualmente, para dar espaço à urbanização desenfreada e sem planejamento.
Em São Paulo, o ambientalista e botânico Ricardo Henrique Cardim, apaixonado por árvores e atento ao problema, lançou um desafio a si mesmo: identificar as espécies mais antigas da cidade. Durante quatro anos, ele listou as vinte árvores nativas da região a partir da consulta de registros fotográficos e da própria população vizinha aos antigos exemplares.
O mapeamento resultou em um site com informações de todas as espécies encontradas, além de tópicos sobre a preservação das árvores. Além de fomentar o conhecimento sobre as árvores, promove a preservação da história cultural e ambiental da cidade. Em entrevista ao programa Cidades e Soluções, exibido em setembro, o ambientalista lembra que “meio ambiente também é cidade”.

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