Grandes usuários começam a pagar pelo uso da água no PR

Previsto em lei há 14 anos, mas só implantado em setembro, mecanismo arrecada recursos de indústrias para conservação de bacias hidrográficas
Grandes usuários começam a pagar pelo uso da água no PRA iniciativa de cobrar dos grandes consumidores pelo uso da água no Paraná – mecanismo que estava previsto em lei desde 1999 – finalmente saiu do papel e está rendendo os primeiros trocados. O Comitê das Bacias do Alto Iguaçu e Afluentes do Alto Ribeira (Coliar), que abrange parte da Região Metropolitana de Curitiba e adjacências, começou a enviar em setembro os boletos de cobrança para 76 indústrias e grandes usuários. Do total, 17 já pagaram a primeira mensalidade, totalizando R$ 30 mil. A previsão é que até o fim do ano seja arrecadado cerca de R$ 1 milhão.
O dinheiro é destinado ao Fundo Estadual de Recursos Hídricos, para uma conta exclusiva do comitê, que vai gerenciar os recursos. Pela lei, 92,5% do valor arrecadado deve ser aplicado na bacia correspondente. O restante será usado para custear o Sistema Estadual de Gerenciamento de Recursos Hídricos.

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Liberações de dióxido de carbono, dos setores de energia e agropecuária, aumentaram de 1995 a 2010

dióxido de carbonoEstudo mostra que, mesmo com o avanço do Brasil na redução de emissões de gases de efeito estufa pela diminuição do desmatamento, as liberações de dióxido de carbono equivalentes às dos setores de energia e agropecuária, aumentaram 41,5% e 23,8% entre 1995 e 2005, e 21,4% e 5,3%, respectivamente, entre 2005 e 2010.
Os números fazem parte da pesquisa Pegada de Carbono da Política Tributária Brasileira, divulgada ontem (29) em Brasília, durante o seminário Política Tributária e Sustentabilidade – Uma Plataforma para a Nova Economia.

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Paraná integra pela primeira vez o Conselho Mundial da Água

Conselho Mundial da ÁguaO governador Beto Richa recebeu, na última segunda-feira (21), o certificado de filiação do Paraná no Conselho Mundial da Água. O documento foi entregue pelo secretário estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Luiz Eduardo Cheida, que esteve em Budapeste, na Hungria, para participar da cerimônia de posse do conselho.
É a primeira vez na história que o Estado do Paraná integra o Conselho. No encontro, também foi anunciado ao governador que o Estado irá sediar no mês de dezembro a reunião da Seção Brasil do Conselho Mundial da Água.
“É uma honra o Paraná ser integrante deste importante conselho que luta pela conservação dos recursos hídricos no mundo. É também o reconhecimento internacional ao esforço do governo do Estado no desenvolvimento de programas e políticas públicas de preservação do meio ambiente”, disse Richa.

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Entenda a importância da norma ABNT NBR ISO IEC 17025:2005 para acreditação laboratorial

ISO IEC 17025:2005A norma ABNT NBR ISO IEC 17025:2005 segue padrão internacional para comprovação de que um laboratório executa suas atividades com precisão, para garantir que o resultado final das análises seja de qualidade.
Para receber a acreditação pelo INMETRO segundo a norma, o laboratório passa por várias auditorias. Técnicos especializados visitam a instituição para atestar, por meio da verificação de documentos e vistorias, se o laboratório está apto a realizar testes e ensaios com exatidão.
Vários procedimentos rígidos devem ser seguidos pela empresa, o que demanda investimento. Por exemplo, os custos para calibração exata de um equipamento pode exceder o próprio valor da peça.

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Paraná terá política de incentivo à preservação da araucária

preservação da araucáriaA Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos formalizou, na última segunda-feira (14), o Grupo de Trabalho (GT) Pinhão Paraná. Nos próximos meses, a equipe terá a meta de desenvolver políticas públicas de incentivo à produção e à preservação da araucária – árvore, símbolo do estado e ameaçada de extinção.
Na primeira etapa dos trabalhos, a ideia é elaborar uma resolução que estimule a produção econômica do pinhão no Paraná. Esta regulamentação deve determinar critérios para a produção do pinhão e formas adequadas de manejo, desde o plantio da semente e a enxertia até o cultivo, colheita, distribuição e comercialização.
Em seguida, de forma mais abrangente, o GT deverá desenvolver uma política estadual de conservação da Araucária angustifólia – nome científico do pinheiro.

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Master Ambiental participa de Congresso sobre Licenciamento Ambiental

Engenheiro Fernando de Barros profere palestra em debate no primeiro dia do evento organizado pelos Departamentos de Direito, Economia e Administração da UEL
Master Ambiental participa de Congresso sobre Licenciamento AmbientalNo próximo dia 21 e 22, a Master Ambiental participa do congresso “Licenciamento Ambiental: Interface entre Direito, Economia e Administração” na Universidade Estadual de Londrina.
Organizado pelo projeto de pesquisa “Licenciamento ambiental nas relações empresariais” do curso de Direito da universidade, o congresso acontece no Anfiteatro do CESA nos dias 21 e 22 de outubro, das 14 às 18 horas, e das 19h15 às 21h45, e tem por objetivo reunir profissionais e estudantes que possuem ligação ou interesse sobre Licenciamento Ambiental buscando aprofundar e disseminar o conhecimento acerca do tema.

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Aeroporto Internacional de Viracopos contrata Master Ambiental para licenciamento de ampliação

Projeto de ampliação objetiva tornar Viracopos, em Campinas, SP, o maior aeroporto da América Latina
Aeroporto Internacional de Viracopos contrata Master Ambiental para licenciamento de ampliaçãoA Master Ambiental conquistou importante projeto de infraestrutura para o país, com os estudos para o licenciamento ambiental da ampliação do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), que objetiva se tornar o maior da América Latina após todo o projeto de ampliação.
A empresa de consultoria é responsável por elaborar os programas que subsidiarão o pedido de Licença de Instalação à CETESB para a construção da 2ª Pista de Pouso e Decolagem e elaborar o Relatório Ambiental Preliminar (RAP) para licenciamento do desvio da ferrovia que hoje está na área de expansão da 2ª pista.

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SP transforma resíduos orgânicos de feiras em adubo

resíduos orgânicosPara dar um fim adequado nos resíduos orgânicos, a Prefeitura de São Paulo está testando um projeto que transforma as sobras de verduras e frutas em adubo.

A intenção é que o projeto chegue às 900 feiras que ocorrem na capital paulista toda semana, e faz parte dos planos do prefeito Fernando Haddad, que espera retirar cerca de 62 mil toneladas de lixo por ano dos aterros – locais em que o processo de decomposição provoca 20 vezes mais efeito estufa.

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Por que mobilidade urbana é um direito fundamental?

mobilidade urbana Entre tantas questões ambientais a solucionar, a mobilidade urbana é uma prioridade. O significado de mobilidade urbana basicamente é relacionado ao direito de ir e vir, tão caro ao ser humano. São os deslocamentos das pessoas e bens em uma cidade. Entretanto, a utilização de carros e ônibus nos grandes centros não atende satisfatoriamente à sociedade. O metrô também apresenta restrições nas metrópoles.

Mais do que confortáveis e seguros, os meios de transporte, sobretudo os públicos, devem promover a sustentabilidade, aliada ao atendimento de qualidade. Mobilidade urbana tem a ver com o meio ambiente porque tem a ver com qualidade de vida, ar puro, saúde e bem estar das pessoas no ambiente urbano.

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Brasil polui como país desenvolvido, diz pesquisador do IPCC

Brasil polui como país desenvolvidoO desmatamento deixou de ser a principal causa de emissão de gases de efeito estufa no Brasil, que passou a ter como principal fonte de emissão a queima de combustível fóssil, poluindo como um país desenvolvido, segundo avaliação do pesquisador peruano José Marengo, representante latino-americano no Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, da sigla em inglês). Professor de pós-graduação do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), ele foi indicado pelo Brasil para o programa de monitoramento do clima.

De acordo com Marengo, o inventário de emissão de gases de efeito estufa de 2010, lançado em 2013 pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, revela a inversão do tipo de poluição predominante no Brasil em comparação ao relatório anterior, de 2004.

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