Cooperação para cuidar de um bem precioso e escasso

Cooperação para cuidar de um bem precioso e escassoImplementar uma gestão compartilhada para a preservação dos recursos hídricos é a meta para 2013, declarado o Ano Internacional para Cooperação pela Água. A expectativa da Organização das Nações Unidas (ONU) é mobilizar governos, empresas, ONGs e sociedade civil em todos os níveis – local, regional, nacional e internacional – a cooperar pela água.

Essencial para a vida, a água é considerada pela Política Nacional de Recursos Hídricos, Lei nº 9.433/97, um recurso natural limitado, de valor econômico, de domínio público e escasso. Por essa lei, a bacia hidrográfica é a unidade de planejamento e gestão, com a participação do poder público, dos usuários e das comunidades. Seus usos múltiplos devem ser garantidos, com prioridade para o consumo humano e dessedentação de animais.

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Grupo Ingá Veículos recebe prêmio nacional de Responsabilidade Ambiental da Mercedes Benz

Captação de água de chuva foi destaque dentre as ações de sustentabilidade da Concessionária Dulex Veículos, de São Miguel do Oeste, SC

Responsabilidade AmbientalA concessionária Dulex Veículos, instalada em São Miguel do Oeste, Santa Catarina, do grupo Ingá Veículos, recebeu o prêmio nacional de Responsabilidade Ambiental da Mercedes-Benz, em cerimônia ocorrida no último dia 12, em Santiago, no Chile.

O prêmio reconhece as concessionárias da Mercedes Benz que adotam práticas de sustentabilidade em convergência com o desenvolvimento dos negócios. A empresa de consultoria Master Ambiental é parceira do grupo Ingá Veículos na implantação do sistema ISO 14.001 em sete concessionárias, inclusive a premiada Dulex Veículos.

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Master Ambiental ministra palestra no XII Encontro Estadual de Saneamento Ambiental

Como o tema Construções Sustentáveis a palestra acontecerá no dia segundo dia do evento

Saneamento AmbientalO XII Encontro Estadual de Saneamento Ambiental é um evento anualmente promovido pela Associação dos Engenheiros da Sabesp que reúne técnicos e empresas públicas e privadas da região. Com exposições e palestras, este ano o Encontro será nos dias 20 (quarta-feira) e 21 (quinta-feira) de junho, no espaço de convenções do Hotel Blue Tree Park, em Lins –SP. Leia mais

A valiosa água dos aquíferos

Fernando de Barros

Jorge Rodrigues, leitor de nossa coluna, questiona se devemos ou não usar a água dos aquíferos para abastecer as cidades. Esta pergunta merece uma boa reflexão. Temos no Brasil água suficiente para abastecer a população e nossa agricultura. Com cerca de 12% da água potável do planeta, se não tivermos esta condição, nenhum outro país terá. Porém, tratamos nossos rios e nascentes muito mal, do jeito do século XX, utilizando os rios como veículos para levar para longe nossas sujidades, como o esgoto, efluentes industriais, lixo jogado nas ruas etc.

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Os rios sustentam a vida

Embora sejam indispensáveis, os maltratamos, no campo e na cidade

Fernando de Barros

Os rios sustentam a vida humana, eis a mais pura verdade. São eles que transportam a água, insumo absolutamente indispensável a nós e aos animais. Mesmo assim, os tratamos tão mal. Basta observar que, tanto na área rural quanto na área urbana, os rios estão muito diferentes de como a natureza os criou. Quando os técnicos de empresas produtoras de energia olham para um rio, logo pensam em como podem represá-los para gerar energia elétrica, não importando se terá de alagar grandes áreas de solo fértil, derrubar milhares de árvores ou destruir uma rica biodiversidade – como estão fazendo, por exemplo, com o Rio Tibagi, por conta da Usina de Mauá.

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Reino dos coliformes

Um real em saneamento economiza quatro reais em postos de saúde

Por Fernando de Barros

A precariedade do sistema de coleta e tratamento de esgoto é um dos maiores fatores de danos ambientais no Brasil – e de doenças também. Gastamos bilhões de reais todo mês para dar assistência médica (mal, ainda por cima) à população sem nos tocarmos de que, se investíssemos em saneamento, nossas despesas com saúde cairiam vertiginosamente. Mas obras para tratamento de esgoto são obras que ninguém vê, não dão voto. Eis a questão.

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Buraco criminoso: fossa negra

Onde não há rede de esgoto, a solução correta não é a fossa negra, é a fossa séptica

por Fernando de Barros

Nos locais onde ainda não há rede de esgoto, a solução correta e possível é a execução de fossas sépticas. A falta de conhecimento técnico dos proprietários dos imóveis, porém, acaba causando um crime ambiental, pois o que se constrói na prática é apenas um buraco na terra ou uma caixa enterrada de alvenaria e para lá encaminham todo esgoto sanitário daquela casa.

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Outorga de poços

por Fernando de Barros

“Quer dizer que para usar água de rio que passa em minha propriedade eu preciso de autorização? Só faltava essa agora!” Essa é a queixa que se ouve de muitos produtores atualmente. Para respondê-la, lembremos alguns dados. Primeiro: apesar do planeta ter água em 70% de sua superfície, a maior parte desse volume (97,5%) encontra-se nos mares e oceanos. Trata-se de água salgada, imprópria para o consumo humano e produção de alimentos. E os 2,5% restantes de água também não estão inteiramente disponíveis para o uso: a maior parte (68,9%) encontra-se nas calotas polares e geleiras, 29,9% constituem as águas subterrâneas e 0,9% são relativas à umidade dos solos e pântanos. Ou seja, as águas doces de rios e lagos, próprias para aproveitamento humano, representam apenas 0,3% do total de água do planeta.

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