Cooperação para cuidar de um bem precioso e escasso
Implementar uma gestão compartilhada para a preservação dos recursos hídricos é a meta para 2013, declarado o Ano Internacional para Cooperação pela Água. A expectativa da Organização das Nações Unidas (ONU) é mobilizar governos, empresas, ONGs e sociedade civil em todos os níveis – local, regional, nacional e internacional – a cooperar pela água.
Essencial para a vida, a água é considerada pela Política Nacional de Recursos Hídricos, Lei nº 9.433/97, um recurso natural limitado, de valor econômico, de domínio público e escasso. Por essa lei, a bacia hidrográfica é a unidade de planejamento e gestão, com a participação do poder público, dos usuários e das comunidades. Seus usos múltiplos devem ser garantidos, com prioridade para o consumo humano e dessedentação de animais.



O Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, alertou que até 2030 quase metade da população global terá problema de abastecimento e ficar sem água. Isso vai acontecer porque, daqui a 17 anos, a demanda por água vai superar a oferta em mais de 40%.
Os Planos de Manejo de dois parques municipais de Cambé, PR, estão em elaboração pela Master Ambiental. As Unidades de Conservação (UC), com aproximadamente 10 hectares cada, área equivalente a cerca de 10 campos de futebol, são considerados de pequeno porte.
“Uma importante ferramenta na gestão empresarial”, define o engenheiro Fernando de Barros, responsável técnico da Master Ambiental, ao falar sobre a auditoria ambiental.
O Brasil permanece no topo da lista de países que mais retiram embalagens de agrotóxicos do campo: 95% dos potes e galões utilizados são devolvidos para reciclagem. O país também é líder no consumo, utilizando um bilhão de litros de defensivos agrícolas por ano, o que equivale a movimentação de U$S 9 bilhões. De acordo com o Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (Inpev), no ano passado, quase 38 mil toneladas foram retiradas do campo, 9% a mais do que em 2011.
O Brasil anda enfrentando dificuldades para cumprir a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), sancionada em 2010. Mais da metade dos municípios do país ainda possuem lixões que, segundo estabelece o plano, devem ser fechados até 2014 e substituídos poraterros sanitários.
Custou, mas enfim o governo brasileiro mudou, ainda que timidamente, a legislação que passa a permitir a cidadãos e empresas que gerarem energia por meio de painéis fotovoltaicos, painel solar, obterem benefícios financeiros na conta de luz. A medida também vale para geradores eólicos.
A concessionária Dulex Veículos, instalada em São Miguel do Oeste, Santa Catarina, do grupo Ingá Veículos, recebeu o prêmio nacional de Responsabilidade Ambiental da Mercedes-Benz, em cerimônia ocorrida no último dia 12, em Santiago, no Chile.
Aterros sanitários de pequeno porte e alternativas para o descarte de resíduos sólidos urbanos em pequenas cidades foram o tema da tese de doutorado de Cristiano Kenji Iwai, da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP. Formado em Engenharia Civil, Iwai comprovou que, em geral, não houveram alterações significativas na qualidade do solo e das águas subterrâneas, que invalidassem o método que é criticado por alguns técnicos.
O responsável técnico da Master Ambiental, engenheiro civil Fernando Barros, especialista em Planejamento e Gestão Ambiental e mestre em Engenharia de Edificações e Saneamento, profere palestra sobre sustentabilidade nesta quarta-feira (5), a partir das 19:30 horas, no auditório da Associação Comercial e Industrial de Ponta Grossa (Acipg), Paraná.



