Supressão de vegetação nativa no Paraná: o que muda para o seu negócio com a IN 48/2025

O Paraná acaba de inaugurar uma nova fase no licenciamento ambiental com a publicação da Instrução Normativa nº 48, de 5 de maio de 2025, pelo Instituto Água e Terra (IAT). A normativa define de forma objetiva como deve ser feita a Autorização de Supressão de Vegetação Nativa na modalidade de Uso Alternativo do Solo (UAS), isto é, quando a vegetação natural é convertida para finalidades agropecuárias, industriais, urbanas ou de infraestrutura. Para o empreendedor, isso significa mais clareza, previsibilidade e segurança jurídica no momento de planejar seus investimentos.

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Com R$ 30 bilhões Mata Atlântica recuperaria 18.000 km² de área desmatada

Mata AtlânticaR$ 30 bilhões é o valor que o Brasil precisaria investir para recuperar a mata atlântica. Nos últimos 28 anos, o país perdeu mais de 18.000 km2 de floresta, o equivalente à área de 12 cidades de São Paulo. Segundo a ONG SOS Mata Atlântica, são gastos entre R$ 17mil e R$ 25 mil para plantar mudas em cada hectare, que corresponde a área de um campo de futebol.

A Mata Atlântica atualmente está reduzida a cerca 7,3% de sua extensão original, que abrange cerca de três mil municípios em 17 estados. O número está abaixo do recomendado por resoluções de biodiversidade da ONU. Especialistas afirmam que o reflorestamento não deve ser visto como solução e sim uma forma de amenizar o problema do desmatamento. Segundo a diretora da ONG SOS Mata Atlântica, Marcia Hirota, é preciso preservar o que ainda resta para evitar o trabalho de recuperação.

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O desafio da recuperação ambiental em reflorestamentos no Paranapanema

Levantamento revela biodiversidade a ser monitorada para avaliar a recuperação ambiental nas margens de usinas operadas pela Duke Energy

recuperação ambiental A recuperação florestal das margens dos reservatórios é requisito para o licenciamento de atividades de geração de energia elétrica. Contratada pela Duke Energy Geração Paranapanema, a equipe de biólogos da Master Ambiental concluiu levantamento conforme condicionante do Ibama, em áreas reflorestadas no entorno das Usinas Hidrelétricas de Rosana e Chavantes, no rio Paranapanema, divisa entre os estados do Paraná e São Paulo.

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Inaugurada praça construída pela população em Curitiba

Inaugurada praça construída pela população em CuritibaNeste dia 22 de setembro, data em que se comemora o Dia Mundial Sem Carro, é inaugurada a Praça de Bolso dos Ciclistas, em Curitiba. Fora dos padrões, o local é fruto do esforço coletivo da população, como uma amostra de intervenção da própria sociedade interessada em transformar o cotidiano da cidade.

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Você já visitou o Jardim Botânico de Londrina?

O projeto do Circuito de Educação Ambiental, coordenado pela Master Ambiental, teve patrocínio da Duke Energy

Jardim Botânico de Londrina
Matéria de 29/01/2014 – O Circuito de Educação Ambiental, no Jardim Botânico de Londrina, proporciona uma experiência prazerosa e aprendizado sobre a importância da preservação da diversidade de plantas. É composto pelos atrativos no Centro de Visitantes e pela Trilha Interpretativa. Em área de mata nativa, com nascentes e uma coleção de bambus nativos e exóticos, há duas opções de percurso na trilha, o primeiro de 1,2 km e outro de 300 metros, com nível de dificuldade baixo. A trilha possibilita uma vivência na natureza e conta com sinalização que desperta a percepção dos visitantes para apreciar as nuances e detalhes da paisagem. 

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Eles usam raízes de árvores pra cultivar pontes naturais que duram até 500 anos

pontes naturaisÉ um belíssimo exemplo de arquitetura sustentável e de como o homem pode conviver em paz com a natureza, mesmo quando ela mostra sua força. Meghalaya, na Índia, é um lugar frequentemente assolado por chuvas torrenciais, que chegam aos 15 metros por ano. Por isso os habitantes decidiram que em vez de construir pontes naturais, iriam cultivá-las.

São pontes vivas e que se fortalecem ao longo dos anos. O processo é feito recorrendo às raízes da Ficus Elastica, uma espécie de figueira, que os habitantes fazem crescer entre as margens dos rios. Como elas estão vivas, vão ficando maiores, cada vez mais fortes e seguras, chegando a suportar mais de 50 pessoas. A região é uma das mais úmidas do mundo e é conhecida pelos seus rios e córregos de fluxo rápido, que com as fortes chuvas, são capazes de destruir uma ponte convencional.

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