Você conhece as árvores da sua região?
Você já parou para pensar em quantas árvores existem na sua cidade? Ou há quanto tempo estão naquela calçada? Geralmente, quando perguntas como essas são feitas, a rotina agitada é o primeiro pretexto. Ainda assim, até os mais desatentos já devem ter notado como esses patrimônios naturais têm desaparecido, gradualmente, para dar espaço à urbanização desenfreada e sem planejamento.
Em São Paulo, o ambientalista e botânico Ricardo Henrique Cardim, apaixonado por árvores e atento ao problema, lançou um desafio a si mesmo: identificar as espécies mais antigas da cidade. Durante quatro anos, ele listou as vinte árvores nativas da região a partir da consulta de registros fotográficos e da própria população vizinha aos antigos exemplares.
O mapeamento resultou em um site com informações de todas as espécies encontradas, além de tópicos sobre a preservação das árvores. Além de fomentar o conhecimento sobre as árvores, promove a preservação da história cultural e ambiental da cidade. Em entrevista ao programa Cidades e Soluções, exibido em setembro, o ambientalista lembra que “meio ambiente também é cidade”.









Para ajudar a regularizar o alvará de funcionamento do Centro de Educação Infantil Criança Feliz, localizado no Jardim Paraíso, em Londrina (PR), a Master Ambiental elaborou de forma gratuita o 
Um dia depois de o Jornal do Commercio denunciar a rotina de três meninos de Saramandaia que catam latas de alumínio em meio ao lixo do Canal do Arruda, na Zona Norte do Recife, o Ministério Público do Trabalho (MPT) anunciou que o caso será anexado como prova numa ação civil pública contra a Prefeitura do Recife. De acordo com a Procuradoria Regional do Trabalho da 6ª Região (PRT6), o município vem falhando na política de combate ao trabalho infantil.
A iniciativa de cobrar dos grandes consumidores pelo uso da água no Paraná – mecanismo que estava previsto em lei desde 1999 – finalmente saiu do papel e está rendendo os primeiros trocados. O Comitê das Bacias do Alto Iguaçu e Afluentes do Alto Ribeira (Coliar), que abrange parte da Região Metropolitana de Curitiba e adjacências, começou a enviar em setembro os boletos de cobrança para 76 indústrias e grandes usuários. Do total, 17 já pagaram a primeira mensalidade, totalizando R$ 30 mil. A previsão é que até o fim do ano seja arrecadado cerca de R$ 1 milhão.









