Fórum debate rumos para o desenvolvimento sustentável de Londrina e Região
Representantes de diversas entidades se reúnem nesta terça-feira, dia 2 de junho, no auditório do SEST-SENAT
Com o tema “o passado que herdamos, o presente que vivemos e o futuro que queremos”, em comemoração à Semana do Meio Ambiente, entidades realizam o I Fórum Estratégias para o Desenvolvimento Sustentável de Londrina e Região, no auditório do Sest-Senat (ao lado do Shopping Boulevard), em Londrina – PR. O evento reúne autoridades, ambientalistas, pesquisadores e representantes do setor produtivo, em busca de dialogo e convergências.


Decreto assinado pelo prefeito Alexandre Kireef (PSD) na quarta-feira (27) determina que a partir do próximo mês, as concessionárias de automóveis de Londrina terão de protocolar anualmente na Secretaria Municipal do Ambiente (Sema) um relatório com o detalhamento de carros novos vendidos. Isso porque para cada carro vendido na cidade, as empresas terão que fazer o plantio de uma árvore, como uma medida compensatória para a emissão de carbono pelos veículos.
R$ 30 bilhões é o valor que o Brasil precisaria investir para recuperar a mata atlântica. Nos últimos 28 anos, o país perdeu mais de 18.000 km2 de floresta, o equivalente à área de 12 cidades de São Paulo. Segundo a ONG SOS Mata Atlântica, são gastos entre R$ 17mil e R$ 25 mil para plantar mudas em cada hectare, que corresponde a área de um campo de futebol.
A Master Ambiental marca presença na IX Semana do Meio Ambiente de Ourinhos, SP, cujo tema é “Manejo da água e de resíduos urbanos e industriais”, realizada hoje e amanhã, no Teatro Municipal Miguel Cury.
A empresa Apex e o grupo chinês BYD assinaram, na terça-feira (19), a um acordo de investimentos para a instalação da primeira fábrica de painéis solares fotovoltaicos no Brasil. Serão investidos R$ 150 milhões, com a meta de produzir 400 MW de painéis solares por ano.
O Ministério Público Federal enviou documento à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Ministério Público Federal recomendando que “seja concluída com urgência a reavaliação toxicológica do glifosato e que a determine o banimento do herbicida no mercado nacional”. O princípio ativo é o mais utilizado pelos agricultores brasileiros, “principalmente os que adotam o modelo de monocultura”.
Pisar no chão “craquelado” de uma represa totalmente seca dá uma sensação pouco animadora. Na verdade, quando nos damos conta de que estamos não em um set de produção de filmes apocalípticos, estilo “Mad Max”, e sim no meio de um enorme manancial que há pouco tempo abastecia milhões de pessoas com água, chega a bater um desespero. Estamos na represa Serra Azul, Minas Gerais, um dos principais componentes do Sistema Paraopeba, que garante – ou garantia – água para parte da Grande Belo Horizonte, ou 5,7 milhões de seus habitantes. Detalhe: em toda a bacia hidrográfica do Paraopeba, resta menos de 12% da floresta nativa. “Sem vegetação em suas margens, os reservatórios têm muito mais dificuldade de armazenar água pois sofrem com a erosão, poluição e assoreamento”, afirma Cristiane Mazzetti, da Campanha de Florestas do Greenpeace. “Passou da hora dos nossos governantes entenderem que, sem floresta, não tem água”.
Com cerca de 500 mil habitantes, a cidade de Itajaí vem sendo um exemplo no investimento em sustentabilidade, em especial em energia renovável. Além dos projetos ambientais desenvolvidos em seu porto e na rede escolar, o município aposta em paradas de ônibus ecológicas.
A CBIC – Câmara Brasileira da Indústria da Construção lançou neste mês de maio o projeto “Ética e Compliance na Construção”. A iniciativa é muito oportuna neste momento em que tanto se discute sobre corrupção, especialmente com os escândalos que envolveram grandes empresas construtoras de obras de infraestrutura do país.
Criado pela Code for America, o Streetmix permite qualquer pessoa experimentar algumas alternativas de desenho para as ruas e avenidas.




